não se pode confiar nas máquinas

Que começo de ano complicado foi esse meu, caríssimos. Dentre tantas coisas, o que mais me deu dor de cabeça foi o fato do meu querido computador, sem qualquer aviso prévio, resolver que era hora de dar defeito. Por isso estive ausente do blogue. Vocês não sabem o que sofri nas mãos desse ingrato que eu trato tão bem. No final do ano passado (como se fosse há muito tempo) ele já começou a travar. No início de janeiro ele parou e permaneceu assim por vários dias. Como estava muito ocupado com outras coisas, resolvi que o levaria para o conserto quando tivesse tempo. Quando finalmente tive esse tempo, ele milagrosamente voltou ao normal e assim se manteve por três dias, período suficiente para eu acreditar que estava tudo bem e que tudo não havia passado de uma crise temperamental. Que nada! Com uma lentidão cada vez mais forte, foi uma via-crúcis escrever os três últimos posts. Na era dos smartphones, em que os computadores estão ficando gradativamente mais obsoletos, ainda não posso me dar ao capricho de ficar sem eles. Tenho que trabalhar. Computadores são para mim um mal necessário e acredito que continuarei dependente deles para realizar os meus projetos até o fim da vida.

Interessante pensar nessa era dos celulares inteligentes, porque é um símbolo cada vez mais forte de uma geração cada vez mais alienada, na qual, para muitos, o escrito mais longo que leram na vida foi algum textão de rede social. Mas isso é outro assunto e prometo tentar não bifurcar essa postagem. Continuando:

Não é segredo para ninguém que todo computador vai ficando mais lento com o passar do tempo e que a maneira como tratamos nosso PC influencia diretamente nesse contexto. Por isso, faço de tudo para que essa porra não “adoeça”. Não tenho muitos programas instalados nele (faço cinema e mesmo assim não tenho programas de edição justamente porque são pesados). Tenho sim muitos arquivos, mas eles não correspondem nem a metade da capacidade de armazenamento dele. Enfim, com um ano e meio de uso, ele pediu por uma formatação do sistema operacional, o que aconteceu no sábado último.

Ainda não reinstalei todos os programas e nem coloquei todos os arquivos de volta. Contudo, a vontade de oxigenar o blogue foi maior. Sendo assim, vocês hão de perdoar esse texto menos elaborado. Estou fazendo tudo aos poucos, justamente para organizar o que estava bagunçado. É como aquela velha promessa que nós fazemos quando compramos um computador novo: nomear todos os arquivos corretamente, armazená-los em suas respectivas pastas, deletar o que não precisamos e manter a área de trabalho sempre limpa. Eu sei que é uma promessa fajuta e em pouco tempo estarei salvando arquivos com o nome de “sjghsdhfkjsnd”, mas vou enxergar isso como uma nova oportunidade de organizar minha vida digital ao menos por enquanto. Talvez tenha sido a única forma que meu computador tenha encontrado para dizer que, assim como eu, estava querendo uma vida mais organizada nesse ano que ainda está engatinhando. Meu computador também é brasileiro e sabe que ainda dá tempo de fazer promessas para 2016, afinal, no Brasil o ano só começa (felizmente ou infelizmente) depois do carnaval. Então avante querido Leitor, porque já é fevereiro. Até a próxima, abraçaço.

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4 Comentários

  1. parklatifa

     /  3 de fevereiro de 2016

    Sou novinha, meu mundo é totalmente digital, pois nasci nessa era, gosto muito do meu celular (sempre faço tudo por ele), mas não consigo dispensar meu velho notebook da Lenovo, que tem um pequeno problema na tela, meu pai é técnico, mas não pode arrumar, pois não fabricam mais a peça com defeito, e aí que penso, malditas sejam essas novas gerações de notebook, e meu celular já está entrando nessa, Iphone 4S, as atualizações não estão mais “chegando” para ele, como ter dinheiro para um notebook novo, e quem sabe mais pra frente um celular novo? Difícil…. Acabei caindo aqui no seu blog por causa de um post da Melo e do Mulkey, espero que dê tudo certo com seu computador (rs), parabéns pelo blog!

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  2. Bruno Bucis

     /  3 de fevereiro de 2016

    Por isso que contos e romances só escrevo na máquina de escrever (mas ainda assim eu corro risco de perder os papéis, acabar a tinta, estragar as teclas. Sempre há problemas nos esperando no horizonte rs) Abraços https://atoboga.wordpress.com/

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